·Dra. Sue Ellen Honório Maffioli — Biomédica Esteta, CRBM 50790

Começa na indicação, não na agulha
A pergunta que abre qualquer planejamento de preenchimento glúteo não é “quantos mililitros”, e sim “essa paciente precisa de volume?”. Muitas queixas atribuídas à falta de volume são, na verdade, questões de contorno, de qualidade de pele ou de depressão lateral — e respondem melhor a outras condutas.
Planejamento de volumes e distribuição
Quando há indicação, o planejamento define onde o material entra, em que proporção entre os lados, o que é possível em uma sessão e o que deve ser progressivo. Assimetrias são a regra, não a exceção, e o registro fotográfico antes do procedimento é parte do planejamento — não um detalhe estético.
Técnica, camadas e conforto
A discussão técnica envolve o material adequado à região corporal, escolha entre cânula e agulha, camadas de aplicação, conforto durante o procedimento e critérios objetivos para interromper ou reavaliar.
O que vem depois
Parte do resultado se decide nas semanas seguintes: orientações ao paciente, cuidados, sinais de alerta e reavaliação programada. Um curso que termina na aplicação deixa de fora metade do trabalho.
Onde esse conteúdo é trabalhado na prática
Esses temas compõem o módulo de preenchimento da formação presencial em harmonização glútea do Método Bumbra™, com demonstração e prática supervisionada. Veja também mitos e verdades sobre preenchimento de glúteos.
Conteúdo revisado pela Dra. Sue Ellen Honório Maffioli — Biomédica Esteta, CRBM 50790.



